O Mark (vocal) e o Frank Schiphorst (guitarra) falaram ao site Port Metal sobre a vinda do MaYaN à América Latina (sobretudo ao Brasil), sobre como é o processo de composição das músicas, a relação entre os integrantes da banda, entre outros assuntos:
“O MaYaN lançou seu álbum debut, Quarterpast, em maio de 2011. A banda que conta com Mark Jansen nos vocais, Frank Schiphorst na guitarra, Jack Driessen (ex-After Forever) nos teclados, Ariën van Weesenbeek (Epica, ex-God Dethroned) na bateria, Isaac Delahaye (Epica, ex-God Dethroned) também na guitarra e Rob van der Loo (ex-Sun Caged, ex- Delain) no baixo, vem ao Brasil e America Latina com convidados especiais: Simone Simons (Epica), Henning Basse (Sons Of Seasons) e Laura Macrì, grande talento dá ópera italiana.
Port Metal: MaYaN é o seu projeto paralelo ao Epica. Como você se sente tocando no Epica e como você se sente tocando no MaYaN? Como você faz para conciliar seu tempo com as duas bandas?
Mark: Depois de tocar por quase 10 anos no Epica eu senti a necessidade de que era também o tempo para algo novo. Em MaYaN eu não toco guitarra, faço os vocais apenas. Assim, a grande vantagem é que eu tenho mais liberdade no palco para receber o público. Eu acho que MaYaN tem uma influência muito boa no Epica, uma vez que me mantém motivado. A única desvantagem é que ambas as bandas tomam muito tempo e como o perfeccionista que eu sou, por vezes, trabalho muito.
Port Metal: Como é o seu processo de escrita? Vocês têm uma inspiração principal?
Frank: Nós inspiramos um ao outro. Quando nos sentamos juntos em um dos nossos home studios a música simplesmente flui por si mesma. A maior parte do tempo um de nós já gravou algumas idéias, e então temos mais algumas idéias a partir daí, então tocamos nossos instrumentos e gravamos. Às vezes é um riff de guitarra + a bateria de Mark, aí nós construímos alguma bateria em cima, depois disso, eu começo a tocar a guitarra que nós gravamos, e Jack coloca o seu teclado sobre isso. Às vezes, Jack já tem alguma coisa, ou eu. Ou escrevemos pedaços inteiros de música em casa e enviamos para o outro e completamos. É tudo espontâneo e funciona muito bem!
Port Metal: Qual é a diferença para a escrita de ambas as bandas, MaYaN e Epica?
Mark: Em Epica trabalhamos as músicas em nosso próprio home studio e depois começamos a trabalhar as músicas juntos. No MaYaN nós literalmente sentamos juntos (Jack, Frank e eu) e escreveu as músicas juntos. Eu gosto dos dois modos de trabalhar e ambos levam a diferentes tipos de música.”
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